sexta-feira, 3 de março de 2017

O PODER DA ROMÃ

Você não tem ideia do poder da romã - 3 receitas com esta extraordinária fruta!


A romã é um antibiótico natural e, por ser antioxidante, reduz o colesterol, retarda o envelhecimento, previne os problemas cardíacos, a osteoporose e reforça a nossa imunidade, defendendo-nos de tumores e doenças degenerativas.
A medicina popular relata o uso da romã no tratamento de diversas doenças.
O chá feito com as folhas é usado para lavagem dos olhos e o chá da casca do fruto é usado para infecção de garganta, diarreia e disenteria crônica.
A seguir, um resumo dos benefícios desta fruta:
- Reduz a gordura do corpo e contribui para o emagrecimento
- Previne doenças cardíacas por ter propriedades antioxidantes
- Reduz os níveis de mau colesterol LDL
- Impede a coagulação do sangue e reduz depósitos de placas nas artérias
- Combate o câncer de mama, próstata, diabetes e linfoma, desde que consumido regularmente
Combate qualquer tipo de infecção graças à vitamina C encontrada nela
- Combate inflamações por ter propriedades anti-inflamatórias
- É ótima para os dentes e previne a placa dentária, já que possui propriedades antibacterianas
- Regenera o fígado, caso tenha sido atacado por algum alimento
Contém fitonutrientes e antioxidantes que retardam o envelhecimento
Algumas dicas:
Uma romã de qualidade tem cores fortes.
Prefira a fruta grande, dura e de pele lisa.
Descarte se estiver com manchas ou cortes.
Grávidas devem ter precaução com a romã, pois ela tem a capacidade de estimular as contrações.
RECEITA DE ROMÃ PARA TRATAR ÚLCERA
A receita é muito simples.
Primeiro você precisa entender o seguinte: você vai usar uma parte de casca de romã para 20 ´partes de água.
Para ficar mais fácil: use 10 gramas de casca e 200 mL de água.
Ferva a água, coloque numa xícara, acrescente a romã e tampa com o pires da xícara ou com outro objeto.
Espere de 25 a 30 minutos para beber 100 mL (metade da xícara).
Você tem que beber essa dose de 100 mL  quatro vezes por dia.
Quando você consumir a segunda xícara, terá de fazer uma nova preparação.
Você pode reaproveitar a cáscara da primeira preparação (só uma vez) e acrescentar mais 200mL.
Não é para beber todos os dias.
É um dia sim, um dia não.
Por exemplo: se você começar na segunda, prosseguirá na quarta, sexta e domingo.
E o tratamento estará finalizado, pois dura apenas sete dias, tempo suficiente para curar sua ulcera.
ROMÃ CONTRA VERMES
Leve ao fogo três colheres (sopa) da casca com um copo de água.
Quando ferver, abafe e deixe amornar.
Beba um copo do chá três vezes ao dia.
No dia seguinte, em jejum, tome um laxante suave, que pode ser uma colher (chá) de sulfato de magnésio (sal de Epson ou sal-amargo) diluída em um copo de água morna.
Isso vai ajudar na eliminação dos vermes.
GARGANTA INFLAMADA
Faça o chá como indicado acima e, quando estiver morno, adicione uma colher de (chá) de sal e outra de vinagre e gargareje três vezes ao dia.
Repita o processo até a cura total.
Hipertensos devem fazer sem sal.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Berger de Picardie (Picard): Informationen zur Rasse

Herding with Picards

berger de picard

sábado, 22 de outubro de 2016

FRAGMENTO DE UM DEPOIMENTO HISTÓRICO DE UMA PERSONALIDADE SANTISTA

UMA VIAGEM AO EXTREMO ORIENTE
Ernesto Magalhães Hafers e Giuseppina Lydia Hafers


Prezado Presidente,
Caros Companheiros,

Atendendo a um pedido do nosso caro Presidente e de outros companheiros* aqui estou para contar-lhes alguma cousa sobre a nossa viagem ao Extremo Oriente, Esta tarefa tona-se bastante difícil em vista da quantidade enorme de impressões que colhemos durante a nossa estada nesses estranhos países.
Conhecemo-los somente através de alguma literatura. Peço desculpas si não consigo transmitir uma ideia exata sobre aquilo que vimos, ou se não serei capaz da pintar os quadros das nossas mil e uma aventuras em cores vivas e brilhantes, as quais, tenho certeza, mereciam. Consideramos esta viagem um presente de Deus, e ficamos profundamente gratos e também absolutamente convencidos que a terra em que vivemos pequena como é, apresenta para os seus habitantes maravilhas nunca adivinhadas em belezas naturais.
Percorremos 24.000 km, para chegar ao outro lado do nosso planeta, até o Japão oposto ao nosso Brasil, e perdemos, viajando sempre em direção ao Sol Nascente, 12 horas de nossa vida. Levamos até o porto de destino, Tokhama, 1 mês e 23 dias.

Depois de nossa despedida em Santos a 11 de Fevereiro, subimos a bordo do grande e luxuoso transatlântico holandês, o m/v TEGELBERG, de 15,000 toneladas, que lá estava á nossa espera. Estava destinado a ser o nosso confortável hotel flutuante durante essa viagem através dos mares e países desconhecidos. Saímos de Santos a noite e vimos com emoção desaparecer, aos poucos, as luzes cintilantes das nossas lindas praias. Na manhã seguinte já aportávamos no Rio de Janeiro, e na mesma tarde então o talha mar do navio tomou corajosamente rumo ao Cabo da Boa Esperança através das águas tumultuosas do Oceano Atlântico. Acenamos os lenços num adeus à nossa querida pátria, que desaparecia lentamente no horizonte. Após navegarmos 9 dias sem vermos terra, surgiu do mar azul o imponente Cabo da Boa Esperança, com as suas altas montanhas rochosas: a Cabeça do Leão, os 12 Apóstolos e o célebre "Table-Mountain” Tinha-se impressão de grandiosidade nessa paisagem. Ao pé dessas montanhas jaz a branca Cidade do Cabo.

Ali ficamos alguns dias, e aproveitamos o tempo para fazer lindos passeios nas vizinhanças. Uma estrada ótima, o "Marine Drive” conduz ao longo do mar até chegar a Rocha do Cabo da Boa Esperança. Vimos as águas azul-escuras do Atlântico misturar-se com as verdes do Oceano Indico. Nessa região existe um território reservado a algumas espécies da Fauna Africana. Vivem ali gazelas c veados, e também, o que representa a atração do lugar um bando de macacos enormes, os Baboons. Estes pulam e galgam por cima dos carros, pedindo balas ou biscoito*. Apesar de serem parecidos com a raça humana, são animais de meter medo. Uma outra linda excursão é a ascensão ao "Table-Mountain" em carro suspenso por cabo de aço. A vista é muito linda, e tivemos sorte com o tempo. É muito raro não se encontrar nuvens que vêm sentar-se nessa enorme mesa, transbordando-a e precipitando-se das paredes verticais das encostas abaixo em direção da cidade, Esta oferece aos turistas muitos e excelentes hotéis e a comida preferida é a deliciosa lagosta fresca com uma garrafa dos átimos vinhos brancos da Colónia do Cabo.

Mas logo nosso vapor apita e em marcha lenta e circum-navegamos o místico Cabo. Estamos no Oceano Indico com as suas águas verdes e com os seus enormes vagalhões, que na costa oriental da África fazem o grande vapor balançar para todos os lados. Entramos no porto de Port Ellizabeth onde se encontra uma "Snake Farm" idêntica á nossa de Butantan. As cobras, de 4m, me pareciam mais Feias, mais Ágeis e mais perigosas. O ultimo porto da África em que tocamos foi Durban, grande cidade com praias bonitas e hotéis bons Impressionam ao visitante logo na chegada, os altos nativos, chamados Zulus, vestidos com os seus trajes de guerreiros com cabeças enfeitadas de chifres enormes de boi e penas de peru. São os Ricscha-Boys. Deixam-ae fotografar, exigindo porém 1 shilling cada vez. Com velocidade percorrem as avenidas puxando os pequenos carros para 2 passageiros. Parecem homens perigosos, mas são bem mansos e sempre de bom humor. Visitamos o Tale dos Mil Morros, um grande território reservado exclusivamente para os Zulu. Vivem lá a sua vida primitiva morando em cabanas redondas e de pouca altura feitas de palha. Conversei com um Zulu que possuía duas cabanas e nada menos que seis mulheres! São elas que plantam e colhem o milho, tratam dos porcos e das vacas e também da numerosa prole que corre nua em redor das miseráveis choupanas. Apesar do intenso frio daquele dia, as mães usavam saias curtinhas tendo no colo e nos braços alguns colares de contas de vidro colorido. Vê-los dançar é um algo muito interessante.